Este blog dá vontade de abraçar.

Ora, este desafio foi-me passado pela DC.



O desafio consiste em dizer:
- Quem mais gostas de abraçar, no presente: A pessoa que todas as noites me rouba o sono.
- Quem nunca abraçarias: Pessoas por quem não nutro qualquer tipo de sentimento.
- A quem davas tudo para poder abraçar: Felizmente, os meus parentes mais próximos continuam vivos e continuo a poder abraçá-los sempre que quero. Por isso, talvez a Anna-Varney Cantodea ou mesmo a nossa querida Estrelinha* :)
- A quem davas o teu melhor abraço: Às pessoas que me são mais especiais quando elas se encontram mais em baixo.

...e passar o desafio a 6 blogues à tua escolha:
- Estrelinha*
- FénixCaída
- Flutua Comigo
- Pedro
- Sra. Muito me contas
- Patrícia

Os Cinco Sentidos

Eu sei que não tenho seguido a regra dos selos que me têm oferecido, mas hoje pretendo mudar isso. Este, como quase sempre, foi-me dado pela Estrelinha* e pela DC e eu estou-lhes muito agradecida :)


As regras são:
1. Exibir o selo;
2. Indicar o nome e o link do blog que nos deu o selo;
3.
Indicar outros 5 blogs:
- Kate Rose *
-
Sra. Muito me contas
-
FénixCaída
-
Patrícia
- Flutua Comigo
4. Dizer o sentido que melhor me descreve: Visão.
5. Para cada sentido, escrever a resposta para as perguntas:
- Audição: Qual o som que gostas mais de ouvir? A chuva a cair.
- Visão: Qual a tua imagem favorita? O sorriso de uma criança.
- Tacto: O que gostas mais de sentir na pele? O toque daquela pessoa especial.
- Paladar: Qual o teu sabor preferido? Chocolate e menta.
- Olfacto: Qual o cheiro que te faz bem? O cheiro dele entranhado nos meus lençóis, na minha roupa, na minha pele, em mim.

Dá-me a tua mão

Talvez se as circunstâncias fossem diferentes, tudo fosse mais fácil. Mas é esta a realidade. E acho que apesar de sermos de mundos diferentes, podemos fazê-lo resultar. Parece-me um pouco impossível quando tu à maior adversidade que encontras, preferes afastar-te e tentar destruir tudo. A mim, parece-me que precisas de ter mais fé em nós. Não quero que isto pareça um simples amor de Verão quando nós ambos sabemos que é bem mais do que isso. Estou-te a pedir pela última vez que, por favor, me dês a mão. Quero fazer disto algo diferente, quero dar-lhe um final feliz. Tenho a certeza de que se quisermos, vamos conseguir.

Não vale a pena remexer no passado

Ao longo destes últimos meses tens-me perguntado muito Como é que nós fomos acabar assim?. Já não é a primeira nem a segunda vez que te explico. Eu tento fazer-te sentir melhor e dizer que a culpa não foi tua, que se não tivesses sido tu, provavelmente outra coisa nos teria separado. É difícil fazer-te acreditar em algo que nem eu própria acredito, mas a intenção é boa.
Tu próprio sabes a resposta à tua pergunta. Sabes que tudo começou quando as tuas dúvidas em relação ao que sentias por mim surgiram. Tantas vezes tentei agarrar-te e fazer-te perceber que aquilo que estavas a fazer era errado, que me amavas e que mais tarde te irias arrepender da tua decisão. Já tinhas as tuas prioridades estabelecidas, não me deste ouvidos, só agora vens confirmar que fui sempre eu quem teve razão.
Mas é tarde demais. Como tu próprio disseste, sabes que as tuas doces palavras já não me afectam. Mas há qualquer coisa dentro da tua cabeça, dentro do teu coração que te faz continuar a humilhares-te desta maneira. Tal como havia algo em mim que não conseguia simplesmente deixar-te para trás.
Todas as oportunidades que te dei para fazeres o que estava certo, desperdiçaste-as todas. Cheguei a um ponto em que não conseguia mais continuar a sofrer com as nossas tentativas. Por muito que me custasse na altura, tive que seguir em frente. E consegui, tal como tu um dia também irás conseguir.
Disseste que já não tens nada a perder, que a única coisa que te resta é acreditar no tal destino de que uma vez falámos. Nunca te falei em destino nenhum. Falei-te em verdadeiro amor, é nele que acredito. Porém, não creio que seja isso que existe entre nós. Foi apenas o meu primeiro amor a sério, e as únicas coisas que restam dele dentro de mim são as recordações, boas e más.
Um dia, vamos encontrar-nos na rua e ficar a olhar um para o outro sem saber o que dizer ou o que fazer. Agora, precisamos de deixar este assunto morrer. Os meus olhos secaram, as lágrimas para ti acabaram. Podes dizer tudo o que quiseres, já nada me importa. Quero encerrar este assunto de uma vez por todas. Prometo a mim mesma que nunca mais voltarei a escrever sobre ti. Já não me dizes nada.

In your brown eyes

Ela entrou no salão de festa, todos os olhares se desviaram para ela. Ela sabia que havia várias pessoas que a seguiam com os olhos, mas nenhuma delas a incomodava. Conhecia-as, uma por uma. O que ela não sabia era que uma parte delas também a conheciam, melhor do que ela alguma vez imaginara.

O que é que se passa? Nada.

Mesmo depois de ter passado quase o dia inteiro a chorar, sem conseguir fazer algo que não me lembrasse do quão feliz eu tinha sido. Tu chegas e olhas para mim, reparas nos meus olhos inchados e vermelhos de tanto chorar, e na tua maior inocência perguntas: Está tudo bem contigo? Eu minto com todas as forças e digo que sim. Mas a imagem da pessoa parada à tua frente diz-te precisamente o contrário, insistes: Passa-se alguma coisa? Desta vez tudo o que ganhas é um fraco aceno com a cabeça em sinal de não. A tua teimosia parece não me querer deixar levar a melhor e voltas a perguntar: Passa-se alguma coisa comigo? Connosco?

E com essa pergunta, acabaste de bater no fundo. Solto toda a raiva e ódio que tenho na minha alma e respondo: Nada. Não se passa nada. Nunca se passou nada e nunca se irá passar. Respondes Ainda bem, viras costas e afastas-te. Mais uma vez, claramente não percebeste.

The Same Old Story

li esta história, já conheço o seu final. Já vi todas as cenas até agora, não vale a pena continuar a virar as páginas. Deixar de virá-las parece-me o mais acertado, assim poderia imaginar o meu próprio final feliz e era escusado sofrer novamente com um final que não me agrada definitivamente.
Estou farta destes romances sádicos, será que as personagens principais se divertem mesmo com isto? Um ' isto ' que nem chega a ser um romance, é apenas mais um livro cheio de mentiras no qual as personagens decidem brincar umas com as outras.


Não é justo para esta borboleta que a apanhes, brinques com ela e que depois a queiras soltar como se nada tivesse acontecido, como se nunca a tivesses apanhado. Deste-lhe vida, quem te disse que isso te dá o direito de a tirar agora? Para além disso, as asas da borboleta estão partidas e tu sabes bem que asas partidas não voam.
Mas tudo o que ela quer é voar para longe, ficar contigo já não lhe parece bem. Então decides que a borboleta não te vai fazer perder mais o teu tão precioso tempo. Vê-la usar o seu último fôlego para pedir ajuda. Por favor, alguém que me dê a mão e que me ensine a voar de novo. Por favor, alguém que me venha salvar. Ninguém aparece. A pobre borboleta jaz no chão por debaixo daquele tronco de onde tu a empurraste.
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